Crianças em tratamento de câncer têm dia de bombeiro no Paraná

Crianças em tratamento de câncer têm dia de bombeiro no Paraná
Ação foi para comemorar o Dia das Crianças e o centenário da corporação. Crianças vestiram roupa de bombeiro e passearam por Cascavel.

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Quadrilha responsável pela morte de universitário é presa

Os adultos podem ficar presos mais de 30 anos pelo crime e os adolescentes envolvidos no assassinato ficarão três anos em internato


O Tempo
JULIANA BAETA/ CINHTIA RAMALHO
Os quatro suspeitos envolvidos na morte do universitário Rodrigo de Almeida Souza, de 24 anos, em setembro deste ano, foram apresentados nesta terça-feira (14) pela Polícia Civil em Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte. No dia do crime, eles tentaram assaltar o estudante para levar o veículo, mas acabaram atirando nele e fugindo sem levar nada, caracterizando o crime como latrocínio.
De acordo com o delegado Wesley Geraldo Campos, o tipo de crime praticado pelo grupo é conhecido pela polícia como "tumulto", e envolve roubar carros novos, trocar as placas e revender os veículos no mercado ilegal. Com isso, os carros eram "encomendados" aos suspeitos. Foi assim que E.R.R., de 28 anos, delegou a um menor de 16 anos o roubo. Ele ia ganhar R$ 1.200 pelo "serviço" e chamou um comparsa de 15 anos para ajudá-lo, prometendo lhe pagar R$ 200. Para isso, E.R. colocou a disposição da dupla um Voyage branco, dirigido por R.E.G., de 19 anos.
Foi assim que a dupla de adolescentes, oriunda de Betim, como todo o restante da quadrilha, foi a Contagem atrás do veículo com as características encomendadas. Trava-se de um Uno, que foi visualizado pelo menor na porta da Faculdade Pitágoras, em Contagem. A vítima estava na aula, e a dupla aguardava por sua chegada no local. Foram cerca de 15 minutos de espera até que Rodrigo saísse da faculdade e ligasse o veículo.
Mas assim que fez isso, foi abordado pelos adolescentes, sendo que um deles estava armado. Questionado pela polícia, o menor de 16 anos disse que quando abordou o universitário, ele se abaixou no carro, parecendo que ia pegar alguma coisa, como uma arma. Foi por isso que o adolescente atirou nele. Mesmo assim, a vítima conseguiu andar cerca de 100 metros com o carro, até bater em um muro e em outro veículo. Ele morreu por causa do tiro, que atravessou suas costas chegando até o peito.
Depois disso, o motorista do Voyage, R.E. percebeu que o carro havia dado defeito, saiu correndo à pé, pegou um ônibus e conseguiu fugir de volta para Betim. Os dois adolescentes empurraram o Voyage, o fizeram pegar no "tranco" e conseguiram fugir.
A prisão
A polícia conseguiu chegar até a quadrilha por meio das câmeras de segurança de estabelecimentos ao redor de onde aconteceu o crime. Pelas imagens, foi possível identificar os adolescentes correndo em direção a vítima, e depois voltando para o Voyage. Toda a ação durou cerca de 20 segundos. O veículo utilizado no crime foi identificado, e no dia 21 de setembro, outra vítima registrou uma tentativa de assalto na BR-381, na divisa entre Contagem e Betim.
Neste crime, a vítima contou que os suspeitos eram três homens que chegaram em um Voyage branco, armados. Da mesma forma como aconteceu no dia 13, a vítima contou que quanto tentou fugir os suspeitos dispararam quatro vezes contra ele, mas, por sorte, nenhum tiro o atingiu.
A polícia começou a ligar os fatos e foi atrás do Voyage em Betim. Após ouvir diversas testemunhas, descobriu que E.R. costumava andar com o carro pelas ruas de Betim, mas que o menor de 16 anos também era visto no veículo algumas vezes.
Com a identificação dos suspeitos, a polícia descobriu que o adolescente estava detido por roubo de celular, o interrogou, e ele acabou dando nomes aos bois. Com isso, foram detidos o mandante do crime E.R., o outro adolescente envolvido e o motorista da quadrilha, R.E.
Todos os suspeitos têm passagens policiais por crimes como tráfico, receptação, crimes de trânsito - como dirigir sem habilitação - e uso de drogas. Os adultos irão responder pelos crimes de latrocínio, associação criminosa e corrupção de menores, podendo pegar mais de 30 anos cada um. Já os adolescentes ficarão em regime de internato por três anos.

Maior operação já feita contra aborto prende 57 pessoas

Entre os detidos está um médico com US$ 5 milhões no exterior e R$ 532 mil apreendidos em casa


O Tempo
DA REDAÇÃO
RIO DE JANEIRO. A Corregedoria Interna da Polícia Civil (Coinpol) realizou nesta terça a maior operação de combate a quadrilhas que praticam aborto no Brasil. Até as 16h, 57 pessoas haviam sido presas por envolvimento no esquema, sendo seis policiais civis, três policiais militares, seis médicos, um bombeiro militar, um sargento do Exército e dois advogados.
Cinco membros da suposta quadrilha já estavam detidos por outras investigações. Medicamentos, uma série de documentos e R$ 532 mil em dinheiro, entre notas de reais e dólares, também foram apreendidos.

Um dos presos é o médico Aloísio Soares Guimarães, que, segundo a polícia, praticava abortos desde a década de 1960. A Polícia Civil informou que vai acionar o Laboratório de Lavagem de Dinheiro da entidade para fazer uma devassa nas contas bancárias do médico, pois na casa dele, no Leblon, foi apreendido um extrato de abertura de conta bancária em uma instituição financeira na Suíça no valor de 5 milhões (de moeda desconhecida). Na casa do médico, foram apreendidos ainda R$ 532 mil em espécie, entre dólares e reais.

O médico Bruno Gomes da Silva, 80, o Dr. Aborto, também foi preso. Ele é acusado de participar da organização desde 1977. Apesar de carregar uma extensa lista de acusações, Bruno nunca teve cassado seu registro no Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro (Cremerj). Somando todas as penas, o acusado tem 22 anos e seis meses de prisão em cinco processos por aborto e outros crimes, como formação de quadrilha e homicídio culposo.

Já a médica Ana Maria G. Barbosa, também presa na operação, teria praticado mais de 2.000 abortos, segundo as investigações. O secretário de Segurança do Rio, José Mariano Beltrame, ao final da coletiva concedida nesta terça, ressaltou que a prática do aborto clandestino é um assunto que deve ser discutido pela sociedade e pelos legisladores.

Responsável pelas investigações, um dos corregedores da Polícia Civil, delegado Glaudiston Galeano, disse que os médicos presos são “açougueiros”. “Os locais, as clínicas de aborto, eram verdadeiros açougues. Os médicos não são médicos, são açougueiros. Eles matam como se estivessem matando um bezerro”.
O que diz a lei
Crime
. O aborto é permitido no Brasil em apenas três situações: para salvar a vida da gestante; quando a gravidez é decorrente de estupro; e em casos de diagnóstico de anencefalia.
Garota de 13 anos e grávidas de sete meses entre as “vítimas”

Rio de Janeiro.
 A quadrilha era dividida em sete núcleos, cada um com uma clínica, a maioria delas com endereço fixo. O bando praticava abortos em menores de 13 anos e interrompia gestações de sete meses com microcirurgia.

Além de atender gestantes do Rio de Janeiro, a quadrilha prestava ainda serviços para mulheres grávidas de outros Estados, atendendo sempre em locais sem quaisquer condições de higiene e salubridade. Diversos integrantes do grupo têm passagem por dois ou mais núcleos. “As clínicas eram independentes, cada uma com área de atuação bem-definida, e não competiam entre si, até porque a demanda era maior do que a oferta. Algumas clínicas chegavam a limitar a quantidade de abortos por dia”, informou a polícia. A quadrilha agia na capital e poderia estender a atuação para cidades da região metropolitana fluminense.
O bando
A quadrilha
 era dividida em sete núcleos, cada um com uma clínica. Além de atender gestantes do Rio de Janeiro, atendia mulheres grávidas de outros Estados

Os preços variavam de R$ 1.000 (estágio inicial) até R$ 7.500 (23 a 26 semanas de gestação)

Cada grupo tinha chefe e responsáveis por variadas tarefas, como auxílio de enfermagem, procedimento cirúrgico, segurança, agenciamento das gestantes e transporte

Os servidores públicos investigados, entre eles oito policiais civis e quatro militares, seriam responsáveis pela segurança e proteção do bando.

Folhapress

Criança de 3 anos era "laranja" de quadrilha de tráfico de drogas

Onze traficantes foram presos nesta quinta-feira (9) na região Oeste de Belo Horizonte; drogas eram compradas nos Estados do Mato Grosso do Sul e Paraná


O Tempo

Jogos de azar também estão entre as atividades das quadrilha


DA REDAÇÃO
Na madrugada desta quinta-feira (9), a Polícia Federal (PF) deflagrou, com apoio do Batalhão Rotam da Polícia Militar, a Operação Oeste, destinada a desbaratar organização criminosa que comandava o tráfico de drogas na região Oeste de Belo Horizonte, com atuação também no centro da cidade. A droga era adquirida nos Estados de Mato Grosso do Sul e Paraná, trocada por automóveis ou por meio de depósitos bancários em nome de “laranjas”.
Um dos “laranjas” usados pela organização criminosa para a aquisição da droga era uma criança de 3 anos de idade, filho do próprio líder do bando. As investigações foram iniciadas em outubro de 2013 e identificaram vários depósitos para esse fim, totalizando cerca de R$ 1.350.000 em transferências para contas em Mato Grosso do Sul e Paraná entre outubro de 2012 e fevereiro de 2014. O líder do grupo tinha antecedentes por homicídio, tráfico de drogas e estava em prisão domiciliar.
Participaram da deflagração 120 policiais entre federais e militares. Foram cumpridos 18 mandados de busca e apreensão e 17 mandados de prisão temporária, todos expedidos pela Justiça Estadual de Minas Gerais. Até o momento, foram presas 11 pessoas, sendo duas em flagrante por porte ilegal de arma de fogo e posse de drogas. Foram apreendidos com a organização criminosa três veículos de luxo, avaliados em cerca de 250 mil reais, três motocicletas, um revólver de calibre 38, 80 pinos de cocaína, aproximadamente 65 mil reais em espécie e quatro máquinas caça-níqueis.
Os 17 integrantes da organização criminosa foram indiciados pela PF. Os presos responderão por tráfico interestadual de drogas, associação para o tráfico, organização criminosa, podendo ser condenados a mais de 40 anos de reclusão. Alguns ainda responderão por posse de arma de fogo e lavagem de dinheiro, podendo ser condenados a 18 anos de reclusão.

Operação de combate ao tráfico termina com 32 presos no Norte de Minas

Ao todo, a polícia apreendeu 20 kg de drogas, oito veículos e nove armas de fogo, além de R$ 6.500 em dinheiro


O Tempo
Operação Integração
Foram apreendidas drogas, armas e dinheiro
BRUNA CARMONA
Uma operação conjunta das polícias civil e militar em parceria com o Ministério Público de Minas Gerais terminou com 32 pessoas presas e sete adolescentes apreendidos no Norte do Estado, nesta quarta-feira (8).
De acordo com a Polícia Civil, os alvos da operação eram traficantes que comercializavam drogas em São Francisco e região, e que foram investigados por uma equipe da Delegacia da cidade durante cinco meses. A apuração dos casos concluiu que a droga vendida na região vinha de Montes Claros, Aparecida de Goiânia e também de Brasília.
Batizada como “Integração”, a ação tinha o objetivo de cumprir mandados de prisão temporária e de busca e apreensão domiciliar, e aconteceu nos municípios de São Francisco, Icaraí de Minas, Pintópolis e Aparecida de Goiânia. Durante as buscas, todos os mandados foram cumpridos. Ao todo, a polícia apreendeu 20 kg de drogas, oito veículos e nove armas de fogo, além de R$ 6.500 em dinheiro.
A Operação Integração teve a participação de 200 policiais civis e militares, apoio aéreo de dois helicópteros e também de duas equipes do canil da Polícia Civil.

Quadrilha especializada em roubo a residências é presa em Lagoa Santa

Grupo vai responder pelos crimes de formação de quadrilha e roubo circunstanciado, quando há emprego de arma de fogo e envolvimento de duas ou mais pessoas na ação


O Tempo
FERNANDA VIEGAS/CÍNTHIA RAMALHO
Uma quadrilha especializada em roubo a residências em Lagoa Santa, na região metropolitana de Belo Horizonte, foi desmantelada, após uma investigação de um mês, e os seis integrantes foram apresentados à imprensa nesta sexta-feira (17).
De acordo com o delegado Daniel Balthazar, dois roubos a casas de luxo em julho deste ano impulsionaram as investigações sobre o grupo. O primeiro deles foi no bairro Jardim Ipê. Segundo Balthazar, quatro homens e uma mulher abordaram o dono de uma casa, quando ele chegava à noite. Depois disso, quatro pessoas da mesma família foram rendidas e as vítimas ficaram amarradas e sofreram ameaças com arma apontadas para a cabeça. Neste dia, os criminosos levavam jóias, televisões, celulares, roupas de marca, perfumes, dinheiro e um veiculo, modelo Uno Vivace.
Uma semana depois, a polícia registrou um segundo assalto no bairro Recanto do Poeta. Desta vez, as vítimas foram sete pessoas de uma família, sendo uma criança, que também foram amarradas e ameaçadas com arma apontada para a cabeça. Os bandidos levaram jóias, televisões, dinheiro e dois carros.
Por meio das características dos suspeitos, a Polícia Civil fez a ligação entre os crimes e descobriram que era uma quadrilha de Justinópolis. No início de agosto foram presos J.T. C., 22, D.J.S., 20, D.R.A., 20, e M.G.S.M., 23. Porém, aconteceram mais dois roubos nos bairros Lundcéia e Acadêmico Nilo Figueiredo, que foram cometidos, segundo as investigações por W.C.S., 23.
Foragido, ele voltou a atuar na região com outro comparsa, S.S.B.S., 26. No mês passado, este foi preso em flagrante, tentando roubar uma casa em Venda Nova. Ele já usava tornozeleira eletrônica. Já W. foi detido no dia 31, em uma blitz de trânsito. Ele estava em um carro clonado e roubado.
Dois seis integrantes da quadrilha, apenas dois não tinham passagem pela polícia. Os outros têm por roubo. O grupo vai responder pelos crimes de formação de quadrilha e roubo circunstanciado, quando há emprego de arma de fogo e envolvimento de duas ou mais pessoas na ação.

Apresentados os suspeitos envolvidos na tentativa de assalto que resultou na morte de universitário

Os adultos podem ficar presos mais de 30 anos pelo crime, e os adolescentes ficarão três anos em internato


O Tempo
A-C5R6J
Criminosos. Suspeitos praticavam o crime conhecido como “tumulto” e assassinaram jovem em setembro

Constantemente, quem trabalha ou mora no bairro Cidade Industrial é vítima de criminosos. No dia 13 de setembro, um universitário de 24 anos foi morto durante uma tentativa de assalto na mesma rua. Rodrigo de Almeida Souza levou dois tiros no momento em que saía da faculdade, por volta das 17h20, em seu Fiat Uno.
Os quatro suspeitos envolvidos na morte do universitário foram apresentados nesta terça-feira (14) pela Polícia Civil em Contagem. De acordo com o delegado Wesley Geraldo Campos, o tipo de crime praticado pelo grupo é conhecido pela polícia como “tumulto” e envolve roubar carros novos, trocar as placas e revender os veículos no mercado ilegal. Com isso, os carros eram “encomendados” aos suspeitos. Foi assim que E.R.R., de 28 anos, delegou o roubo a um menor de 16 anos. Ele ia ganhar R$ 1.200 pelo “serviço” e chamou um comparsa de 15 anos para ajudá-lo, prometendo lhe pagar R$ 200. Para isso, E.R. colocou à disposição da dupla um Voyage branco, dirigido por R.E.G., de 19 anos.
A polícia conseguiu chegar até a quadrilha por meio das câmeras de segurança de estabelecimentos ao redor de onde aconteceu o crime. Pelas imagens, foi possível identificar os adolescentes correndo em direção àvítima, e depois voltando para o Voyage. Toda a ação durou cerca de 20 segundos. O veículo utilizado no crime foi identificado, e, no dia 21 de setembro, outra vítima registrou uma tentativa de assalto na BR-381, na divisa entre Contagem e Betim.
Todos os suspeitos têm passagens policiais por crimes como tráfico, receptação, crimes de trânsito – como dirigir sem habilitação – e uso de drogas. Os adultos irão responder pelos crimes de latrocínio, associação criminosa e corrupção de menores, podendo pegar mais de 30 anos cada um. Já os adolescentes ficarão em regime de internato por três anos.

PF prende seis pessoas em Minas por crimes de pornografia da internet

A investigação conseguiu romper a "Deep Web", que impossibilita a identificação do usuário; operação foi realizada ainda no DF e mais 18 Estados


Darknet
Presos poderão responder por crimes de posse, transmissão e eventual produção de material pornográfico infanto-juvenil, sujeitos a até 18 anos de reclusão
O Tempo
DA REDAÇÃO
Seis pessoas foram presas e dois menores de idade apreendidos pela Polícia Federal (PF) em Minas Gerais, dentro da operação Darknet, de combate a pornografia infantil na internet, nesta quarta-feira (15). No Estado foram cumpridos nove mandados de busca e apreensão. No Distrito Federal e mais 18 Estados, cerca de 500 policiais federais cumpriram outros 84 mandados de busca, prisão e de condução coercitiva. Ao todo, 51 pessoas foram presas pela Polícia Federal.
O caso que mais chamou a atenção dos policiais foi o de um homem em Minas que disse, na internet, que iria abusar da filha que ainda não havia nem nascido. São Paulo foi o Estado que teve a maior quantidade de presos, doze no total. Segundo a Superintendência da PF no Rio Grande do Sul, responsável pela investigação, é a ação contra pornografia infantil com o maior número de prisões da corporação. Foram detidas em flagrante 45 pessoas.
A investigação também identificou, segundo a polícia, onze suspeitos de armazenar e compartilhar material desse tipo no exterior, em países como México, Colômbia e Itália. De acordo com a PF, é a primeira vez que se consegue investigar no Brasil crimes na "internet profunda", chamada de "deep web". Os dados desse tipo de rede só são acessados por quem tem conhecimentos na área e dificilmente são descobertos porque não são catalogados como sites convencionais.
"À medida que se vai a ambientes mais restritos da 'deep web', onde se consegue mais anonimato, as perversões aumentam, são mais explícitas", diz o agente da PF Luiz Walmocyr, que participou da operação. A apuração dos crimes começou há um ano. Segundo a PF, além dos 51 presos, outras quatro pessoas foram detidas anteriormente em Minas Gerais, São Paulo e Goiás.
Essas detenções foram antecipadas, diz a polícia, porque havia crianças sob risco iminente de estupro. Seis crianças foram resgatadas. Os policiais afirmam que os presos são homens dos mais diversos perfis. Entre os detidos, há um militar, um agente penitenciário, um seminarista e empresários. Os nomes não foram informados. "Foram identificados mais de 90 usuários da 'deep web' que compartilhavam material de pornografia infantil. E tudo indica que a grande maioria também era abusador de crianças", disse o superintendente da PF no Rio Grande do Sul, Sandro Caron.

PRF apreende 20 Kg de maconha em bagageiro de ônibus na BR-262

Veículo foi parado em um patrulhamento de rotina, na madrugada desta quarta (15)


O Tempo
GUSTAVO LAMEIRA
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu 20 kg de maconha durante uma blitz na BR- 262, em Araxá, no Alto Paranaíba.
Por volta de 1h40 desta quarta-feira (15), o ônibus da empresa Gontijo, que seguia de Uberlândia para Belo Horizonte, foi parado no KM 677 da rodovia.

Ainda segundo a PRF, a droga estava em uma mala, localizada no bagageiro do veículo. B.A.S., de 36 anos, foi identificado como o proprietário do material e lavado para a Delegacia de Polícia Civil de Araxá.

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Mulher é presa com 20 kg de maconha em ônibus intermunicipal. Saiba Mais...

Prisão ocorreu no posto de fiscalização da Polícia Rodoviária Federal na BR-262
Droga foi encaminhada para Delegacia Regional de Segurança Pública
A Policia Rodoviária Federal (PRF) na madrugada desta quarta-feira, 15 de outubro, por volta de 2h, prendeu uma mulher identificada como sendo B.A.S de 26 anos e apreendeu 20 quilos de maconha na BR-262 em Araxá. A acusada foi encaminhada para a Delegacia Regional de Segurança Pública. 

A PRF durante fiscalização de rotina no posto localizado na BR-262 parou um ônibus de transporte intermunicipal que fazia a linha Uberlândia/Belo Horizonte, e durante vistoria no interior do ônibus, localizou um bolsa contendo dois tabletes de maconha. De imediato uma mulher se prontificou sem ao menos os agentes rodoviários perguntarem algo a alguém e disse, “esta bolsa não é minha não”, levantando assim a suspeita.

Em seguida os policiais rodoviários vistoriaram as bagagens dos demais passageiros, sendo localizada uma mala contendo dentro mais 18 tabletes de maconha prensada. No momento ninguém assumiu a propriedade da mala e após os policiais rodoviários relatar que todos seriam presos e encaminhados a Delegacia de Policia Civil de Araxá, a mala foi identificada como de propriedade da mulher B.A.S, onde a mesma relatou que uma pessoa na cidade de Uberlândia pediu para que ele levasse a droga e que em uma rodoviária de uma determinada cidade, uma oura pessoa iria pegar esta mala com ela, não repassando maiores dados aos policiais rodoviários federais.

A mulher foi presa em flagrante por suspeita de tráfico de drogas e encaminhada para a Delegacia Regional de Segurança Pública. 

JA

Notas falsas são apreendidas durante operação na Zona da Mata

Jovem foi seguido de Ubá a Juiz de Fora, onde havia escritório de fachada.
Ao todo, a Polícia Civil encontrou R$ 5.850.


Do G1 Zona da Mata
Apreensão de notas falsas em Juiz de Fora, Ubá e Piraúba (Foto: Polícia Civil/Divulgação)Mais de R$ 5 mil foram apreendidos em Juiz de
Fora e Piraúba (Foto: Polícia Civil/Divulgação)
Dois jovens, de 21 e 24 anos, foram presos durante a Operação Banco Imobiliário II, deflagrada pela Polícia Civil de Ubá, na Zona da Mata. A ação começou nesta quarta-feira (15), quando uma equipe da Delegacia Antidrogas e Inteligência seguiu o jovem de 24 anos de Ubá até Juiz de Fora. As atividades foram finalizadas na madrugada desta quinta-feira (16). Foram apreendidos cerca de R$ 5.850 em notas falsas, três tabletes de maconha, balança de precisão, material para embalagem de drogas e cigarros sem nota fiscal.
Em Juiz de Fora, o jovem de 24 se encontrou com o outro. Durante monitoramento, eles entraram em um táxi nas proximidades do Parque Halfeld, no Centro. O fato intrigou os policiais, que os abordaram quando iam para o Calçadão da Rua Halfeld, onde, de acordo com a polícia, o mais novo tinha um escritório de fachada. Com o suspeito havia três notas falsas de R$ 50 e, dentro do escritório, mais de R$ 5 mil em dinheiro falso.
Na casa dele, foi apreendido ainda maconha, balança de precisão e material para embalar. Em seguida, equipe foi até Piraúba, na Zona da Mata, onde encontrou, na casa do suspeito mais velho, cerca de R$ 500 em notas falsas.
Segundo a Polícia Civil, eles confessaram que repassaram dinheiro falso ao taxista comprovar que a nota não seria recusada. Os suspeitos foram encaminhados ao presídio de Ubá.