Crianças em tratamento de câncer têm dia de bombeiro no Paraná

Crianças em tratamento de câncer têm dia de bombeiro no Paraná
Ação foi para comemorar o Dia das Crianças e o centenário da corporação. Crianças vestiram roupa de bombeiro e passearam por Cascavel.

domingo, 29 de julho de 2012

Ministério da Defesa deve controlar segurança e orçamento de R$ 1,8 bilhão até 2016


DESTAQUES EM BRASIL

RIO - O comando da segurança e a administração dos recursos previstos para os grandes eventos que o país sediará até os Jogos Olímpicos Rio 2016 deverão ficar sob a tutela do Ministério da Defesa, sinalizou na sexta-feira, em Londres, a presidente Dilma Rousseff. Embora o assunto ainda não tenha sido totalmente fechado em Brasília, Dilma - que viajou para participar da cerimônia de abertura dos jogos ingleses - não poupou elogios ao esquema de segurança coordenado pela Defesa para a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), realizada em junho no Rio. Nos bastidores, o elogio de Dilma foi entendido como primeiro passo no caminho de se manter o mesmo esquema.

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- A cada Olimpíada o país que recepciona o evento aprende com o anterior. O patamar alcançado aqui (Londres) é excepcional. Seja no que se refere à infraestrutura, seja no que se refere à segurança. É importante ter uma estrutura de segurança permanente. No caso do Brasil, tivemos uma experiência boa com a Rio+20. A união da Polícia Federal e as Forças Armadas, em particular do Exército, foi muito boa no que se refere à segurança - afirmou a presidente.
Se ficar confirmado no comando, o Ministério da Defesa deverá administrar um orçamento extra da ordem de R$ 1,8 bilhão. Os recursos serão aplicados na segurança pública de eventos como a visita do Papa Bento XVI, no ano que vem, durante a Jornada Mundial da Juventude, com previsão de atrair cerca de dois milhões de católicos de todo o mundo ao Rio; a Copa das Confederações, evento do calendário da Fifa que servirá como teste para a Copa do Mundo de 2014; e os Jogos Olímpicos Rio 2016.
Defesa já recebeu R$ 1,4 bilhão extra
Até o momento, o Ministério da Defesa já embolsou em recursos extras (fora do orçamento da pasta) algo em torno de R$ 1,4 bilhão em dois anos. A maior fatia foi usada na organização dos Jogos Mundiais Militares, ocorridos no Rio no ano passado, quando foram gastos R$ 1,2 bilhão. Outros R$ 105 milhões foram repassados às Forças Armadas para uso na Rio+20. Também este ano, R$ 150 milhões caíram na conta da Defesa para que o ministério busque no mercado externo, por licitação internacional, equipamentos para o Centro de Monitoramento Cibernético, criado para monitorar os crimes de internet.
A decisão sobre as Olimpíadas pode evitar o impasse criado na realização dos Jogos Pan-Americanos de 2007. De olho na verba de segurança, os ministérios da Defesa e da Justiça passaram meses reivindicando a coordenação dos projetos ao então presidente Luiz Inácio Lula da Silva. As licitações acabaram atrasando e muitos itens ou não chegaram ou foram entregues tarde demais para a organização do Pan 2007.
A favor do Ministério da Defesa está a facilidade de recrutar imediatamente efetivos para atuar em qualquer parte do país. No Pan, houve problemas na coordenação do Ministério da Justiça, principalmente no emprego de soldados da Força Nacional. Como a FN é formada por PMs cedidos de outros estados, foi necessário negociar com os comandantes de batalhões a cessão. Como o Pan foi realizado em julho, período de férias escolares e de crescimento do turismo, muitos estados não permitiram a cessão de policiais.
Mas há fatores que pesam também contra os militares. A organização dos Jogos Mundiais Militares enfrentou problemas com algumas licitações, muito embora não diretamente ligados a questões de segurança. O Tribunal de Contas da União (TCU) já apontou irregularidades e atrasos na construção de duas das três vilas olímpicas que foram inauguradas sem que todos os apartamentos ficassem prontos, impedindo que fossem usados pelas delegações. O aluguel da mobília das vilas também teria sido superfaturado em mais de R$ 2 milhões, segundo o TCU.
Em Londres, Dilma disse ter identificado outros bons exemplos da organização dos jogos:
- Um deles foi manter o trânsito funcionando em uma das maiores cidades do mundo, com turistas chegando e a população circulando. Eles também mostraram a importância de ter um bom legado. O que você usa para realizar uma grande olimpíada pode transformar também em algo que fica para o povo desse país. Aqui vimos instalações esportivas que, no futuro, irão se transformar em instituições educativas. Instalações de hotéis que depois serão usados como imóveis residenciais. E a enorme preocupação de fazer projetos sustentáveis - disse a presidente.
Nos bastidores dessa disputa, a disposição de entregar o controle à Defesa é tratado como um afago do governo federal aos militares, alvos de ações como a criação da Comissão da Verdade, com atribuição de mexer no passado das ações militares durante os anos de chumbo.
- Na segurança da Copa, que eventualmente poderá ficar sob o comando das Forças Armadas, ainda há muita resistência. Nesse caso específico, estão brigando os ministérios da Defesa e Justiça para ficar no comando das operações - disse uma autoridade envolvida na organização da Copa do Mundo.
A intenção de entregar ao governo federal a coordenação de grandes eventos tem provocado reclamações. Um dos primeiros a se manifestar foi o secretário de Segurança José Mariano Beltrame, à frente da implantação das Unidade de Polícia Pacificadora (UPPs). Sem repasse de recursos do governo federal para aplicar na Rio+20, ele reclamou no início do ano, dizendo que o estado do Rio iria tirar dinheiro do próprio bolso para equipar as polícias para o evento.
Foi seguido: a direção da Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef) comprou a briga ao afirmar que a Polícia Federal ficou com "migalhas" do bolo e classificar a divisão aprovada em Brasília de "política de militarização da segurança pública no país".
- Eu não tenho a menor dúvida de que está havendo uma militarização da segurança pública nos grandes eventos que o país sediará. Em parte pela força demonstrada pelo Ministério da Defesa, que correu atrás, pressionou e ficou com a maior parcela de recursos nos grandes eventos. Nesse momento a Polícia Federal está fraca. O resultado é que ficou com migalhas e sem legado importante na segurança - afirmou Francisco de Carlos Sabino, diretor de Relações de Trabalho da Fenapef.
Estado recusou verba federal
O assunto acabou estampado na página mantida pela Fenapef na Internet. No Rio, o governo estadual minimizou o assunto, mas informou que gastou cerca de R$ 12 milhões com a compra de equipamentos para equipar o Batalhão de Choque e adquirir cavalos novos para o Regimento de Polícia Montada (RPMont) da PM. A Secretaria de Segurança explicou ainda que o dinheiro disponibilizado ao Rio - apenas R$ 4 milhões - foi enviado pelo governo federal, mas acabou recusado porque não haveria tempo hábil para abrir licitação. Os recursos acabaram repassados aos militares.
- O dinheiro chegou em abril, mas deveria ter vindo em janeiro. Impossível fazer licitação em tão pouco tempo. Então resolvemos recusar e usar recursos nossos - informou uma autoridade do estado envolvida na questão, preferindo não ser identificada.
Pela previsão inicial da Rio+20 (descrita na lei 12.558 de dezembro de 2011), as Forças Armadas pediram R$ 157 milhões para cuidar da segurança apenas da conferência. No início do ano, entretanto, o valor caiu para cerca de R$ 105 milhões. A Polícia Federal, que reivindicava R$ 25 milhões em crédito especial, recebeu pouco mais de R$ 10 milhões. Já a Polícia Rodoviária Federal pediu R$ 25 milhões e também recebeu menos da metade: aproximadamente R$10,3 milhões.
Outra que usou dinheiro próprio na Rio+20 foi a prefeitura do Rio. Segundo o reparte de recursos, caberia ao município cerca de R$ 3,758 milhões para contribuir no esquema de segurança, mas o dinheiro chegou quando não havia mais tempo para licitar. De acordo com Carlos Roberto Osório, secretário municipal de Conservação e Serviços Públicos do Rio, a participação da prefeitura na Rio+20 foi feita com orçamento e recursos próprios.

O julgamento do século


Depois de sete anos, o STF inicia o julgamento dos 38 réus do mensalão. Como a tendência é pela punição, o clima entre os acusados é de salve-se quem puder

Izabelle Torres e Claudio Dantas Sequeira
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HORA DA VERDADE
No plenário do STF, os 11 ministros começam a
julgar o processo do mensalão na quinta-feira 2
Nesta quinta-feira 2, após sete anos de expectativa, o Supremo Tribunal Federal dará início ao julgamento mais emblemático da história política do País. Durante esse tempo, o processo que apura a denúncia do esquema de compra de apoio parlamentar pelo PT ganhou volume e substância. Nas suas mais de 50 mil páginas, há centenas de relatórios de diligências feitas pela Polícia Federal e o Ministério Público, além dos depoimentos de 394 testemunhas. Os 38 réus, agora na iminência de serem sentenciados e acuados pela crescente pressão da opinião pública, demonstraram nos últimos dias que o instinto de sobrevivência já fala mais alto. Em vez do discurso afinado, quase corporativo, que adotavam no início da ação, os acusados passam a trocar acusações às vésperas do julgamento. As estratégias de defesa definitivamente mudaram. A regra que os advogados devem adotar no tribunal é a do cada um por si. 

Apesar dos discursos públicos de confiança na absolvição, os principais réus do processo revelam um estado de ânimo bem diferente em conversas particulares. Há um desânimo generalizado entre eles, decorrente da sensação real de que o espaço para a impunidade está cada vez menor e que o julgamento terá, de fato, consequências. O ex-ministro José Dirceu é um exemplo notório desse pessimismo. Apontado pelo Ministério Público como o “chefe da quadrilha”, Dirceu entrou em profunda depressão, segundo colaboradores próximos e ex-colegas de governo. Ele se tornou a síntese da fragmentação petista. Em conversas com amigos e empresários, Dirceu não esconde sua apreensão. Tem o semblante cansado e mantém o olhar distante. Em nada faz lembrar o confiante ministro que ditava as ordens na antessala da Presidência da República. Dirceu acha que será condenado e até preso. Acredita que sua sentença será usada para atender aos anseios da opinião pública. “Serei um símbolo desse julgamento”, reclamou com amigos. No decorrer do processo, o ex-ministro da Casa Civil esperava a solidariedade de parte dos réus, especialmente dos integrantes do chamado núcleo político do esquema. Sua defesa alegará que, depois de ter virado ministro, ele afastou-se da gestão do PT e, portanto, não tem responsabilidade por eventuais desvios do partido. Mas Dirceu não espera mais que esta tese seja endossada pelo ex-tesoureiro Delúbio Soares e peloex-presidente da legenda, José Genoíno. Ele sabe que no PT suas alegações acabaram entendidas como uma tentativa de jogar toda a culpa pela montagem e operação do esquema no colo dos colegas e ex-dirigentes do partido. Se até alguns meses atrás tudo levava a crer que os réus iam para o STF com um discurso afinado, o que se observa agora é um cenário de divergências internas que pode resultar numa guerra de versões, conforme apurou ISTOÉ em conversas com advogados, réus e ministros do Supremo.

Segundo um dos ministros do Supremo, “houve notáveis mudanças de argumentos” ao longo do processo. Em sua defesa inicial e nos depoimentos que prestou à Justiça, Delúbio chegou a bancar a tese de que a ideia de fazer caixa 2 para ajudar aliados partiu exclusivamente dele. A versão consta das alegações finais de outros réus, como Anderson Adauto, José Genoíno e do próprio José Dirceu. Mas os advogados de Delúbio concluíram, nos últimos dias, que assumir a culpa não seria a melhor saída, pois sempre se soube que dentro do próprio PT havia uma rígida hierarquia. “Ninguém tomaria uma decisão importante, como a de levantar recursos financeiros, sem autorização de cima”, diz um militante ligado a Delúbio. Para se livrar da condenação por formação de quadrilha e corrupção ativa, cuja pena máxima é de 15 anos de cadeia, o ex-tesoureiro vai argumentar que houve apenas caixa 2. Ou seja, o dinheiro distribuído pelo publicitário Marcos Valério a políticos de diferentes legendas não seria para comprar apoio dentro do Congresso, mas apenas para quitar dívidas eleitorais. “Delúbio é o símbolo da solidariedade e do sangue vermelho. Mas não há provas de que houve compra de votos”, afirma seu advogado Sebastião Ferreira Leite.

A defesa de Delúbio, portanto, se chocará com os argumentos de Dirceu. O ex-ministro, por sua vez, transfere para o ex-deputado José Genoíno a responsabilidade pelas decisões partidárias. Para se defender, Genoíno dirá que, em 2002, quando o crime supostamente ocorreu, estava em campanha para o governo de São Paulo, o que teria lhe afastado das atividades partidárias. A versão de Genoíno devolve a responsabilidade para Delúbio Soares, que, segundo o ex-deputado, tinha total autonomia sobre as contas da legenda. “Em 2007, Genoino foi acusado nove vezes do crime de peculato, foi absolvido em todas. Ele estava em campanha, ora!”, diz o advogado Luiz Fernando Pacheco.

As divergências e transferências de responsabilidades entre as defesas não se restringirão ao núcleo político dos réus. O advogado do publicitário Duda Mendonça sugere que o empresário Marcos Valério, pivô do esquema, teria feito várias remessas para o exterior, não apenas a Duda. Embora o Ministério Público e a CPI dos Correiros não terem conseguido identificar outros pagamentos, um documento de 16 páginas, assinado pelos advogados Tales Castelo Branco e Frederico Crissiúma, que depois foram substituídos por Luciano Feldens, sustenta a versão das múltiplas remessas. Enquanto a defesa de Duda complica Marcos Valério, este, por sua vez, repassa a culpa para Delúbio. Advogado do publicitário, Marcelo Leonardo defenderá a tese de que seu cliente desconhecia os motivos dos pagamentos solicitados pelo tesoureiro do PT. Ele afirma que os empréstimos obtidos no Banco Rural e no BMG foram todos regulares e legais, conforme perícia da Polícia Federal. Esses valores saíram do banco para a conta da SMP&B e foram devidamente registrados no sistema do Banco Central – versão corroborada pela defesa do Banco Rural. Diz ainda que o dinheiro proveniente do fundo Visanet pertencia a uma empresa privada e nunca transitou em contas do Banco do Brasil. “Não há recursos públicos nos valores distribuídos por Marcos Valério a pedido do PT”, afirma.
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"DEU ERRADO"
Na sede da CUT, o ex-tesoureiro Delúbio Soares disse que a engenharia
montada para quitar dívidas do PT desmoronou. Na casa da família em
Minas Gerais, José Dirceu (abaixo) é o retrato do abatimento
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Além do jogo individualizado para salvar a própria pele, há outra peculiaridade na atitude dos réus, como já perceberam os ministros que vão julgar o caso. Tanto nas alegações finais quanto nos documentos anexados de última hora, as defesas têm insistido em uma estratégia para desmontar a acusação de formação de quadrilha, que recai sobre nove dos 38 réus. Na avaliação de um dos ministros, se a tentativa de rebater os argumentos do Ministério Público referentes a esse delito for bem sucedida, o núcleo político conseguiria blindar o PT. Isto porque seria possível alegar que, se não houve associação de pessoas para praticar o crime, não houve o mensalão. Pelo menos neste aspecto, os petistas tendem a adotar um mesmo discurso. 

Como um último recurso, as defesas de alguns dos réus vão tentar apontar supostas falhas do processo. O advogado de José Dirceu, José Luis Oliveira, alegará que as provas produzidas na fase pré-judicial, apresentadas na denúncia do procurador-geral não foram corroboradas na fase judicial. “A absoluta inexistência de provas aptas a um decreto condenatório tem como primeiro responsável o próprio Ministério Público, que nem mesmo buscou produzir uma prova válida”, diz. No Supremo, no entanto, essas explicações dificilmente serão aceitas. A maioria dos ministros está afinada com a opinião pública. Carmen Lúcia, Rosa Weber, Joaquim Barbosa e o presidente Carlos Ayres Britto têm demonstrado internamente total intolerância com a corrupção. Britto, inclusive, adotou precauções para barrar quaisquer artimanhas dos advogados para adiar o julgamento. Preparou defensores públicos, caso alguém fique sem representante legal, e fez acordo com os colegas para que questões já julgadas, como o desmembramento do processo, sejam decididas em rito sumário. 

Conforme apurou ISTOÉ, no entanto, alguns dos integrantes do Supremo vão optar por marcar posição e demonstrar que não se deixarão influenciar pelo apelo popular. Isso deve se traduzir em ponderações mais longas sobre as defesas dos réus, o que não significa relaxamento no ato de julgar. O ministro Marco Aurélio Mello é um deles. Avesso às pressões, ele vai destacar em seus votos os argumentos usados pelos advogados. Mello é um dos ministros que mais vezes falou sobre o caso, sempre ressaltando a necessidade de um julgamento imparcial e “sem atropelos”. Sob essa tese, espera-se que os votos de Cezar Peluso, Luiz Fux e Celso de Mello sejam pela absolvição de réus que tiveram mero papel coadjuvante no esquema. Mesmo assim, apenas Ricardo Lewandowski e Dias Toffoli, ligados ao PT, devem acatar a tese de crime eleitoral, defendida pelo PT, segundo relato de técnicos do próprio Supremo. 

Seja como for, por precaução os advogados dos 38 réus resolveram manter seus clientes longe dos holofotes. Nenhum deles deve comparecer ao Supremo até que sejam pronunciadas as sentenças. Nos últimos dias, aliás, a maioria dos réus optou pela discrição. Dirceu, depois de uma temporada na casa da mãe em Passa Quatro, em Minas Gerais, foi para São Paulo, de onde acompanhará o julgamento. Também no centro das acusações, o ex-presidente do PT José Genoíno resolveu tirar dez dias de férias, a partir da próxima semana, para acompanhar o julgamento na capital paulista. Na semana passada, Genoíno cumpriu sua rotina de trabalho normal como assessor especial do ministro da Defesa, Celso Amorim, mas acompanhou de perto todas as notícias a seu respeito. Na quinta-feira 26, reuniu-se com seu advogado Luiz Fernando Pacheco. “Genoíno ficou preocupado com as manifestações dos advogados réus ao longo da semana”, disse um amigo do petista. Marcos Valério, que mora numa mansão de muros altos em um bairro nobre de Belo Horizonte, só saiu de casa, na última semana, para ir ao escritório do sócio Rogério Toletino. 

Delúbio optou por acompanhar o julgamento do sítio da família em Goiânia. Mas, ao contrário dos outros réus, o ex-tesoureiro preferiu a exposição pública ao recolhimento. Nos últimos meses, o ex-tesoureiro fez um périplo pelo interior de Goiás e de Mato Grosso para tentar provar sua inocência durante encontros organizados pelo PT. Também fez visitas a Brasília e a São Paulo. Na terça-feira 24, Delúbio apareceu sorridente num ato em sua defesa na sede da CUT, no Setor de Diversões Sul, em Brasília. Para um auditório com mais de 70 pessoas, ele disse que a engenharia financeira que montou para quitar as dívidas do PT e dos partidos aliados desmoronou. “Deu errado, deu essa confusão toda”, disse o ex-tesoureiro. Em conversas reservadas, Delúbio afirma que espera pelo pior. “Dificilmente escaparei”, admite. 

Outro réu que preferiu manter-se em evidência nas vésperas do julgamento foi o autor das denúncias, Roberto Jefferson. Ele foi reeleito presidente do PTB na Convenção Nacional do partido, em Brasília, no último dia 19. Há duas semanas, anunciou sua internação no Hospital Samaritano, em Botafogo, no Rio de Janeiro, onde fez uma angiotomografia e cintilografia miocárdia - tomografia computadorizada de tórax e abdômen. Também comunicou que seus médicos marcaram para o sábado 28 a retirada de um tumor no pâncreas que, segundo ele, “não é câncer”. Ao contrário de Delúbio, porém, Jefferson desafia o tribunal: “Não há condição de me condenarem”. Com a palavra, o Supremo. 
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Operação Eirene integra agentes da segurança pública em Marabá


Cláudio Santos/ Ag. Pará
A ação aconteceu de forma integrada e reuniu mais de 40 agentes de segurança pública estadual e municipal
Cláudio Santos/ Ag. Pará
Entrem as ações esteve a fiscalização no trânsito da cidade
O Sistema de Segurança Pública realizou a Operação Eirene neste sábado (30) em Marabá. A ação aconteceu de forma integrada e reuniu mais de 40 agentes de segurança pública estadual e municipal. Desde as 9h da manhã até a madrugada do domingo, homens da PM, Polícia Civil (PC), Corpo de Bombeiros Militar (CBM), Detran, Semma, Guarda Municipal, Conselho Tutelar e Departamento de Postura do Município estiveram distribuídos em pontos estratégicos da cidade realizando atividades fixas e volantes em prol da segurança da população.
Durante a manhã o foco das atividades foi a venda de CD’s e DVD’s “piratas” e fiscalização do trânsito. Nos primeiros minutos da blitz, que aconteceu no bairro Nova Marabá, o Departamento Estadual de Trânsito já havia retido uma motocicleta e aplicado mais de quatro autos de infração. Segundo o tenente Harley, da PM, que comandou a operação, a meta era recuperar veículos roubados e verificar o movimento das principais vias do município. “Esta Operação faz parte do 'Verão na Paz', que integra os trabalhos para conseguir resultados mais eficazes na segurança pública do estado e, neste caso, de Marabá. Faremos rondas por toda a cidade, temos caminhões, guinchos e a seccional urbana do munícipio está preparada para receber pessoas que estejam em desconforme com a lei”.
O Detran trabalha com um efetivo de 13 agentes de trânsito. Além da Operação Eirene, o departamento trabalha na fiscalização da PA-151, nas estradas que dão acesso aos munícipios de Brejo Grande do Araguaia, São Geraldo do Araguaia, Abel Figueiredo, Rondon do Pará e Itupiranga, durante todo o mês de julho. “Montamos um cronograma para o veraneio e a Operação Eirene faz parte deste trabalho. Nossos agentes estão preparados para o controle do trânsito e a conscientização dos condutores, trabalhar em parceria com outros órgãos, aumenta nossas possibilidades de atuação e garante à comunidade a tranquilidade”, explicou Orival Guimarães, agente de fiscalização do Detran.
No período da tarde as forças integradas fizeram incursões nos bairros da periferia de Marabá. “A presença dos agentes de segurança pública coíbe a ação de criminosos e permitem que a sociedade tenha uma sensação maior de segurança, por isso iremos percorrer os bairros que reúnem os piores índices de violência do munícipio. Estabelecimentos que contém caça-níqueis são o nosso alvo”, disse o tenente Harley.
O Corpo de Bombeiros se uniu à operação somente de noite, a partir das 20h as ações foram voltadas para bares e casas de shows da cidade para coibir a prostituição, presença de menores de idade e o tráfico de drogas. A atribuição dos Bombeiros era verificar a situação de funcionamento dos estabelecimentos que serão visitados. “Vamos fiscalizar a segurança das casas que contém aglomeração de pessoas. Estamos prestando atenção se elas estão funcionando conforme as normas estabelecidas, se há extintor de incêndios, saída de emergência. Caso encontremos algum problema faremos notificações e estes locais só poderão voltar a funcionar depois que regularizarem a situação”, falou a capitã Vanessa Farias.

Polícia apreende mais de uma tonelada de maconha, fuzil e submetralhadora em fronteira


Droga estava num caminhão, escondida em meio a carga de milho para despistar a fiscalização



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Foto: Divulgação PRE
O condutor, a droga e as armas foram encaminhadas para a delegacia
Mais de uma tonelada de maconha foram apreendidas ontem (28) durante a Operação Copo Sujo, que acontece desde a última sexta-feira (27) na região rural de Ponta Porã. A droga estava transportada num caminhão, em meio a carga de milho. No mesmo veículo foram apreendidos ainda um fuzil e uma submetralhadora.
De acordo com a Polícia Militar Rodoviária (PRE), o veículo foi abordado no posto de fiscalização de Amambai e, durante revista foram encontrados 1.1100 quilos de maconha. No caminhão havia ainda um fuzil calibre 7 milímetros, uma submetralhadora 9 milímetros e 50 munição. O condutor foi preso e encaminhado à Delegacia da cidade.
Mais de 100 policiais militares, civis, rodoviários federais, federais, da Força Nacional de Segurança, além de fiscais da Receita Federal e militares do Exército Brasileiro estão envolvidos na operação deflagrada pelo Gabinete de Gestão Integrada de Fronteira (GGI Fron). 

Polícia e criminosos trocam tiros no bairro de Coqueiros, Florianópolis

Infratores estavam em carro roubado, que já foi recuperado pelos policiais.
Um dos criminosos já foi preso e polícia continua a busca por outros dois.

Do G1 SC

Carro em que criminosos estavam era roubado (Foto: Gabriel Pereira Knoll/Divulgação)Carro em que criminosos estavam era roubado (Foto: Gabriel Pereira Knoll/Divulgação)
A Polícia Militar (PM)  trocou tiros com criminosos na manhã deste domingo (29) no bairro de Coqueiros, região continental de Florianópolis. Os infratores estavam em um carro roubado, que foi abordado pelos policiais. Um dos criminosos já foi preso e a polícia realiza buscas por outros dois no bairro.
Segundo a PM, por volta das 11h deste domingo (29), policiais verificaram um automóvel preto suspeito abastecendo em um posto de gasolina na Avenida Governador Ivo Silveira, em Florianópolis. Após verificação da placa, foi constatado que se tratava de um veículo roubado. O automóvel foi abordado no bairro de Coqueiros. Houve troca de tiros.

O carro já foi recuperado, juntamente com um dos criminosos, que não conseguiu fugir. Até às 12h30, outros dois estavam foragidos e os policiais realizavam buscas no local. O infrator que foi preso é um homem adulto que já tem passagem pela polícia por furto.

Em nota, Polícia Militar diz que subtenente que matou jovem por som alto estava embriagado


A Polícia Militar de Mato Grosso do Sul emitiu uma nota de esclarecimento sobre a morte do jovem Rodrigo Pereira dos Santos, de 19 anos, que teria sido morto por um subtenente da corporação de folga.
Na nota, o Comando-Geral da Polícia Militar admite que o policial estava de folga, que ele estaria embriagado e que a motivação do crime foi uma discussão após briga por som alto.

Confira a nota na íntegra:
“O Comando-Geral da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul lamenta o episódio envolvendo um subtenente da PMMS em Naviraí, que na noite de ontem (28/07) numa discussão entre vizinhos veio a ferir com um disparo de arma de fogo um rapaz de 19 anos.
Segundo informações preliminares o militar, que se encontrava em horário de folga, se desentendeu com seus vizinhos no bairro Harry Amorin Costa, aproximadamente às 21h20 deste sábado. O motivo da desavença teria sido em razão de perturbação do sossego.
O militar teria se incomodado com a altura do som de um de seus vizinhos que estava reunido com um grupo de aproximadamente três amigos ingerindo bebida alcoólica na frente de sua residência. O subtenente, que também estava sob efeito de álcool, foi tirar satisfação, houve discussão entre o grupo e ele, e no auge do desentendimento o militar veio a desferir dois disparos de arma de fogo contra o grupo, um tiro atingiu mortalmente o vizinho de 19 anos no abdômen.
O militar, que tinha uma ficha disciplinar excepcional, foi preso em flagrante logo após o fato, a arma da carga da Secretaria de Justiça e Segurança Pública, uma pistola ponto 40, foi apreendida. Será instaurado pela Polícia Militar um Inquérito para apurar as circunstâncias do fato. O subtenente foi transferido para Presídio Militar Estadual em Campo Grande e permanecerá preso até o julgamento do processo”. 

Polícia investiga se bombeiro e vigilante estão envolvidos em furto de R$ 100


Camionete carregada com 26 bobinas de cobre avaliadas em R$ 100 mil foi abandonado pelos bandidos. (Foto: Rádio Caçula)
A PM (Polícia Militar) esclareceu um furto em uma das maiores empresa de refrigeradores em Três Lagoas, cidade distante 338 quilômetros de Campo Grande.

Na madrugada de hoje (29), policiais realizavam ronda pela rua José Hamilcar Congro Bastos no bairro Vila Nova, flagraram duas pessoas que abandonaram no meio da via uma camionete carregada com 26 bobinas de cobre avaliadas em R$ 100 mil.A PM (Polícia Militar) esclareceu um furto em uma das maiores empresa de refrigeradores em Três Lagoas, cidade distante 338 quilômetros de Campo Grande.
Os produtos estavam cobertos com uma lona preta com marcas de sangue. No carro, a polícia também encontrou duas tocas tipo “ninja”, fato que intrigou os militares.
No momento em que a equipe averiguava a situação, uma pessoa não notou a guarnição policial no local. O homem que estava em uma motocicleta Honda Biz carregava um galão de gasolina.
O suspeito de 39 anos informou à polícia que estava levando gasolina para seu irmão, de 26 anos, versão que não convenceu os militares, pois o galão também estava com marcas de sangue.
A polícia iniciou as buscas na localidade para tentar localizar as pessoas que haviam fugido no momento da chegada da guarnição ao local.
Os suspeitos foram presos na região e confessaram participação no furto. Os detidos informaram que os produtos que estavam na camionete haviam sido furtados na refrigeradora e que eles tiveram a ajuda de funcionários da empresa. O outro comparsa conseguiu fugir.
Segundo a Polícia, o vigilante da empresa sabia do furto, pois, foi ele quem passou as chaves para o ex-vigilante da empresa que já trabalhou no local. Ainda de acordo com boletim de ocorrência, o ex-funcionário já esteve envolvido em furtos de freezers na mesma empresa.
A polícia conseguiu descobrir ainda que um Bombeiro de 34 anos foi que dirigiu a empilhadeira para a retirada das bobinas do almoxarifado da empresa. Toda a ação foi filmada pelo circuito interno de vigilância da empresa. A gravação foi entregue a polícia e anexada à ocorrência policial.
Os dois funcionários foram presos pela polícia no início da manhã quando ainda trabalhavam na empresa.
Todos os suspeitos presos na operação indicaram e afirmaram que as marcas de sangue encontradas no galão de gasolina, na lona e nos produtos que estavam na carroceria da camionete eram de um dos suspeitos.
O suspeito foi preso no início da manhã pelo Serviço Reservado e uma equipe da Rádio Patrulha em sua residência no bairro Vila Maria. O homem estava com um corte pequeno no dedo mínimo da mão direita. A polícia acredita que o homem cortou o dedo no momento do furto.
Todos os envolvidos e os materiais furtados foram levados para a DEPAC (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário). A polícia investiga para quem os detidos iriam vender toda a mercadoria. Se identificado for, o comprador poderá responder pelo crime de receptação. (Com informações do site Radio Caçula)

Polícia de Floriano apreende duas menores em motel da cidade. Veja


'Nós orientamos os donos dos estabelecimentos pedirem a documentação'

Policiais fazem vistoria em motéisPoliciais fazem vistoria em motéis
A Polícia Civil e o Conselho Tutelar realizaram vistorias nos motéis de Floriano na noite deste sábado (28/07). Segundo a delegada Luana Alves Rocha Vieira, foi feita uma diligência nos móteis da cidade investigando e averiguando se haviam adolescentes nos estabelecimentos. O resultado foi a apreensão de duas garotas, sendo que uma delas estava com um conhecido empresário da região. O local foi noticicado e deverá pagar multa.
De acordo com a delegada, os estabelecimentos não estão verificando a idade das pessoas que frequentam o local.
O empresário que foi flagrado com a adolsescente, teve seus documentos apresentados e poderá responder pelo ato. Ele não foi detido porque a menor não era menor de 14 anos, o que iria configurar o estupro.
“Na operação os funcionários dos motéis estavam à disposição, mostraram os quartos e a documentação do motel, e inclusive com as pessoas que mostraram a documentação nós não tivemos nenhum problema. Identificamos em dois estabelecimentos adolescentes e encaminhamos para o representante legal do Conselho Tutelar e vamos informar para o Ministério Público. Há princípio nós orientamos os donos dos estabelecimentos pedirem a documentação no momento da entrada das pessoas”, disse a delegada Luana Alves.
Dessa primeira vez os motéis sofreram multas, por se tratar de infração administrativa prevista no Estatuto da Criança e do Adolescente.
VEJA FOTOS DA OPERAÇÃO

PM é preso após matar jovem por causa de som alto

Crime aconteceu após uma discussão por som alto

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Foto: Portal do MS
Familiares da vítima ficaram revoltados
Rodrigo Pereira dos Santos, de 19 anos, foi morto com um tiro no peito por volta das 21h de ontem (28), em Naviraí. O acusado de ter cometido o crime é um subtenente da Polícia Militar, de 47 anos, que foi preso em flagrante.
Segundo o site Portal MS, o jovem morava na mesma rua que o PM e testemunhas disseram que havia acabado de chegar de uma festa e estacionou o carro com sol alto. O subtenente, que estava de folga, reclamou do barulho e foi iniciada uma discussão. O jovem foi baleado no peito e morreu no local.
Revoltados, moradores do Bairro Harry Amorin Costa e familiares da vítima tentaram linchar o policial, que se dirigiu para a casa onde mora. Três viaturas da Polícia Militar foram chamados para contê-los. A Polícia Civil também foi ao local e prendeu o subtenente.
 (Com informações do Portal do MS)

PM caça ‘Gaguinho’ e ‘Pixote’

Enviado por Marcela Freitas 27/7/2012 23:24:43
Os policiais militares cercaram os principais acessos a Coruja em busca dos criminosos (Foto: Sandro Nascimento) ::

PM caça ‘Gaguinho’ e ‘Pixote’

Os traficantes Maico dos Santos Sousa, o Gaguinho, 29 anos, e Wallace Batista Soalheiro, o Pixote, 26, são as ‘bolas da vez’ para a polícia. Apontados como principais lideranças do Comando Vermelho (CV) em São Gonçalo, eles foram alvos de uma operação de ‘caça’, realizada, ontem, por policiais do 7º BPM (São Gonçalo), no Complexo da Coruja, no Vila Lage, principal reduto dos criminosos.
Panfletos - Durante a ação, os PMs distribuíram panfletos do Dique-Denúncia que oferece recompensa de R$ 2 mil para quem der informações sobre o esconderijo dos traficantes. A chegada dos militares à comunidade foi tensa, mas não houve confronto. Aproximadamente 20 homens fizeram um cerco nas localidades Maracanã, Cracolândia e Morro da Alegria. Segundo monitoramento da polícia, traficantes avisaram pelo rádio aos comparsas sobre a operação. Ninguém foi preso. Quem tiver informação que ajude a polícia a prender os criminosos pode entrar em contato com os telefones 2253-1177 ou 2701-2359. O anonimato é garantido.
Estatísticas - De acordo com dados do batalhão de São Gonçalo, nos meses de junho e julho foram apreendidos na comunidade cinco pistolas, uma metralhadora, 1.902 cápsulas de cocaína, 127 trouxinhas de maconha, 1.456 pedras de crack, 14 sacolés de ‘Desirré’ (mistura de crack com maconha), 36 tabletes de haxixe, 33 rádios transmissores, além de 30 pessoas presas e 12 menores apreendidos. Numa das operações, um homem identificado como TH, apontado pela polícia como braço-direito de Gaguinho e Pixote, morreu durante troca de tiros com os PMs. 
Preso com drogas e ‘radinho’
Momentos antes da operação, Carlos Henrique da Conceição, de 29 anos, foi preso por policiais do 7º BPM que checavam denúncia de tráfico de drogas na comunidade. De acordo com os militares, eles receberam a informação de que homens estavam vendendo drogas na Rua Aroldo de Souza.
Durante abordagem, Carlos Henrique, tentou fugir, mas foi alcançado pelos PMs. Com ele foram apreendidas duas sacolas com 93 trouxinhas de maconha e quatro rádios transmissores. Levado para a 73ª DP (Neves), o suspeito foi autuado por tráfico de drogas. 
Mais procurados de São Gonçalo
De acordo com a polícia Wallace Batista, o Pixote, assumiu o comando do tráfico nas principais favelas de São Gonçalo, ligadas à facção criminosa Comando Vermelho (CV). Considerado braço-direito de Gaguinho, o criminoso ganhou do ‘chefe’ a missão de controlar os principais pontos de tráfico da cidade, entre eles o Complexo do Salgueiro. Pixote tem dois mandados de prisão expedidos pela Justiça por associação ao tráfico e homicídio tentado.
Já Gaguinho é um dos traficantes mais procurados de São Gonçalo. O criminoso gosta de ostentar riqueza, vaidade e o poderio bélico. Ele é um dos líderes do tráfico no conjunto de favelas do Complexo do Alemão, no Rio, que antes da ocupação das forças policiais do Estado, era considerado o quartel-general do Comando Vermelho (CV).
http://www.osaogoncalo.com.br

Polícia Militar faz 'bloqueios surpresas' em cruzamentos de Campo Grande


Após a ‘Operação Saturação’, que ocorre de quinta a sábado em Campo Grande, com o intuito de coibir a violência nas proximidades de bares, conveniências e áreas críticas, a Polícia Militar realiza agora bloqueios surpresas em cruzamentos da cidade.
Diferente das blitzes, em que somente carros e motos são barradas, a intenção é retirar de circulação qualquer pessoa suspeita ou com mandado de prisão em aberto.
“Estas ações fazem parte das fiscalizações e do policiamento ostensivo para afastar marginais. Ficaremos das 8h às 18h em diversos pontos da cidade”, afirma o comandante de policiamento metropolitano, Coronel Evaldo Mazuy.
De dois pontos ‘surpresas’, do cruzamento da rua Barão do Rio Branco com a rua Rui Barbosa e também na rua 13 de maio com a Maracajú, os policiais apreenderam, durante a manhã deste sábado (28), oito motos, além de deter dois adolescentes que dirigiam sem a CNH (Carteira Nacional de Habilitação).
Ao todo, eles emitiram 75 notificações e abordaram 82 pessoas, de acordo com o sargento Amauri Braga, da 3ª Cia do 1° BPM (Batalhão da Polícia Militar).
As ações tiveram início da semana e ocorrerão em ainda mais três pontos da cidade durante o dia. “Já à noite vamos voltar aos locais críticos e continuar com as abordagens. O foco é encontrar adolescentes que estejam ingerindo bebida alcoólica ou comprando sem autorização. Nestes casos o estabelecimento será multado e pode até ter o seu funcionamento cassado”, garante o sargento.
Graziela Rezende
Policiais pararam viatura e já começaram a realizar abordagens nas ruas de Campo Grande

http://www.midiamax.com

Policia militar captura foragido da justiça


CELA- 01O foragido da justiça de José de Freitas, Francisco Alves da Silva, vulgo “Chico do Pel” foi capturado na deste sábado (28) em sua residência no bairro Nossa Senhora, em José de Freitas.  Francisco Alves havia fugido do 17ª DP na manhã do dia 18 de fevereiro deste ano. O detendo foi preso por uma Guarnição da Polícia Militar da 3ª Cia.
O acusado fugiu da delegacia aproveitando o momento em que o único agente de plantão, João Batista, se ausentou para fazer trabalhos externos e ao chegar percebeu a ausência do preso na cela. Suspeita-se que ele tenha conseguido abrir o cadeado da cela com algum objeto de fabricação caseira e em seguida pulou o muro da delegacia e seguiu em destino ignorado. Com o detento a policia encontrou e apreendeu uma arma de fogo modelo cartucheira.
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O detento havia sido preso por uma guarnição da Polícia Militar de José de Freitas, após arrombar uma residência em José de Freitas e furtar vários pertences, ele foi autuado em flagrante pela delegada Georgiane Karine, titular do 17ª DP. “Chico do Pel” será transferido para um presídio do estado em Teresina, onde aguardará decisão judicial.
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Por Chagas Silva - (Portal Em Dia)

Taubaté: PM prende traficantes nos bairros Ana Rosa e Esplanada Santa Terezinha




Na noite do dia 28 Policiais Militares da Força Tática, em operação pelo bairro Esplanada Santa Terezinha CDHU, prendeu dois homens por tráfico de drogas. A ação ocorreu na Rua Renam Neves Magalhães, após denúncia anônima.
Durante abordagem, os policiais encontraram em uma residência 45 papelotes de maconha, 41pinos de cocaína e um tijolo de maconha pesando 195gr, mais  a quantia de R$50,00 (cinqüenta reais). No guarda-roupa foi encontrado seis munições de revolver calibre 38 e dois celulares.
Em seguida, em outra residência na Rua Antonio Candido de Oliveira Filho foi encontrado um tijolo de cocaína pesando 431gr., além de vários pinos vazios e saquinhos para embalar maconha e cocaína.
Homem de 38 anos é preso por tráfico no bairro Ana Rosa
Por volta das 20h00 de sábado, policiais da 5ª Companhia do 5º Batalhão de Polícia Militar, prenderam um homem por tráfico de droga no bairro Ana Rosa em Taubaté.
O homem foi detido quando transitava com uma motocicleta pelo bairro. Ele foi abordado e, durante a revista, os PMs encontraram 22 pinos de cocaína e a quantia de R$ 164,00 (cento e sessenta reais ). 
O rapaz D.C.S., de 38 anos, não possuía passagem pela polícia.Ele foi conduzido ao plantão policial sendo autuado em flagrante pelo crime de tráfico de entorpecentes e encaminhado à Cadeia Pública de Guaratinguetá.
Ajude a Polícia Militar
A população pode ajudar a Polícia Militar no combate à criminalidade fornecendo informações a respeito de irregularidades por meio do telefone 190, do Disque Denúncia PM 0800 555 190 ou do disque denúncia – 181, além do serviço Fale Conosco disponibilizado no site: www.policiamilitar.sp.gov.br.

PM apreende chupa-cabras em agências do Banco Itaú em Teresina

Segundo o capitão, o policial, então, tentou retirar o envelope com o dinheiro e acabou puxando o mecanismo fraudulento




Policiais Militares encontraram 10 chupa-cabras (mecanismo que fraudam saques e depósitos bancários) nas agências do Itaú nas Avenidas João XXIII, no Jóquei Clube, e Frei Serafim, no Centro.

O capitão Francisco Carvalho, supervisor de área do Quartel do Comando Geral da PM, afirmou que um policial foi fazer um depósito na manhã deste sábado na agência do banco na Avenida João XXIII e percebeu que o caixa eletrônico não havia confirmado a transação.

Segundo o capitão, o policial, então, tentou retirar o envelope com o dinheiro e acabou puxando o mecanismo fraudulento. Ele mostrou que o chupa-cabra tem um elástico que impede a entrada do envelope no caixa. Os criminosos, posteriormente, retiram o mecanismo e ficam com o dinheiro das vítimas.

O soldado José Bezerra, do 9° B, afirmou que esse golpe está fazendo muitas vítimas, porque os clientes geralmente saem das agências. Os policiais ainda tentaram fazer o flagrante, mas aparentemente os criminosos perceberam a ação dos PMs e fugiram.

Fonte: JL/Efrém Ribeiro